terça-feira, 31 de agosto de 2010

CELSO ARNALDO COMPLETA A RADIOGRAFIA DA ENTREVISTA ASSUSTADORA ENTREVISTA DA DILMA


A segunda parte do texto de Celso Arnaldo completa a radiografia da entrevista assustadora. Embarquem novamente no trem-bala do horror, amigos. Volto no fim:
Ok, a criança chegou a um hospital de alta complexidade criado por Dilma -– sim, porque ninguém tinha pensado antes num hospital para atender doenças mais graves. O InCor, por exemplo, é uma miragem. O que vai acontecer ali? Agora, sim, Dilma revela o que viu na Bahia que a impressionou tanto:
“Uma proposta que conjuga não só tecnologia de ponta, tecnologia sofisticada pro tratamento da criança, mas também um grande nível de humanização, porque eles usam todo aquela questão do envolvimento da criança, mostrano que a boneca vai, tamém, cuidá da cabeça ou quando a criança é submetida a algum nivel de tratamento mais estressante, tomá os cuidados para garanti que psicologicamente ela se…enfim, ela tenha uma chegada maior a um processo que inclusive é de dor”.
Nos hospitais de Dilma, os doutores serão de uma alegria só — até o dia da “chegada maior” de Dilma pra cuidá da cabeça com a boneca.
Nos longos minutos que se seguem, Dilma se dedica a tentar provar, de novo, que as creches são a diferença entre Bill Gates e Nem do tráfico. Ela repete, no mesmo palavreado vão e leviano, a promessa das 6 mil creches em quatro anos -– mas de novo não explica, nem lhe foi perguntado pela mídia adestrada, porque não convenceu Lula a fazer uma só como protótipo ao longo de oito anos.
Depois da creche, o processo de “atendimento integral” das crianças da presidente Dilma passa evidentemente pela escola. Está em marcha uma revolução que faria o companheiro Paulo Freire parecer uma professorinha de quermesse:
“Já existe 10 mil, em torno de 10 mil escolas no Brasil, é, de ensino, de ensino fundamental, de ensino mé…., de ensino fundamental e médio, de ensino básico, portanto…”
Interrompida pelo Controle Social da Mídia. Se a presidente Dilma passou com louvor na prova de saúde, nessa questão da escola ela precisa estudar um pouquinho mais. Vamos deixar para a próxima?
Uma jornalista então quer saber: por que esse interesse tão súbito da presidente pela “criança integral”?
Atenção para a resposta, professor Sirio Possenti:
– Eu vô sê vó!!
E isso desperta em vovó Dilma não só instintos avoengos como essa dedicação integral à criança, que ela justifica com uma máxima inédita:
– As crianças são o futuro deste país.
Até aqui, Dilma falara sem ser questionada. Timidamente, uma repórter parece perguntar se essa tal Rede Cegonha já não existe em algum lugar. A presidente se irrita, pela primeira vez:
“O Rede Cegonha é uma criação do Rio de Janeiro. Não é nossa. É uma parte também do Mãe Coruja, de Pernambuco. Essa mania das pessoas se adonarem de projetos que estão em curso no Brasil é errado.”
Taí: gostei do “se adonarem” -– em 11 meses de caçada, é a primeira expressão original, e correta, que ouço de Dilma. Mas quem está se adonando dos projetos alheios é a presidente Dilma, não é não?
O SAMU Cegonha, que “nós criamos”, também já não existe, presidente?
“O SAMU Cegonha inclusive ele existe, tem até uma cegonha pintada naquela parte branca da….do…..”
A presidente parece ter até desistido da conclusão do pensamento quando vem o sopro redentor:
– Da ambulância.
– Da ambulância, né?
Seria cômico, se não fosse trágico: nos próximos quatro anos, é isso aí.
Brilhante como sempre, o texto de Celso Arnaldo colide estrondosamente com a indigência mental da sucessora que Lula inventou. Também por isso, não dou por liquidada a disputa pela Presidência da República. Falta um mês para a votação. No calendário político isso é uma eternidade. É mais que suficiente para que a oposição mostre ao Brasil o que vem por aí com a mesma nitidez e objetividade que marcam todos os posts sobre a candidata aqui publicados. Tempo para desconstruir a farsa existe de sobra. O que tem faltado à campanha de José Serra é lucidez, coragem, valentia e, sobretudo, vontade de vencer.
Acompanho confrontos eleitorais desde que nasci. Dois anos depois de derrotado na estreia como candidato a prefeito, e dois anos antes de conquistar o cargo que exerceria quatro vezes, meu pai vivia como sempre viveu: em campanha. Primeiro em Taquaritinga, na região e no Estado de São Paulo, depois como jornalista, testemunhei incontáveis duelos do gênero em todos os níveis — sempre na fila do gargarejo. Sei o que estou dizendo ao afirmar que Dilma Rousseff é a adversária que todo candidato pede a Deus. O problema é que, até agora, José Serra também tem sido.

Kajuru detona Ibope,DataFolha, VoxPopuli,Lula e Bolsa Família

Brasil abrirá a Copa na base do 'jeitinho'

O estádio escolhido para a abertura da Copa do Mundo de 2014 será apresentado oficialmente nesta terça-feira, e a grande marca do projeto é uma fama que o Brasil não gostaria de carregar ao receber a festa - a de que os preparativos serão feitos na base do "jeitinho", sem a competência e o planejamento esperados em um evento tão grande. A arena do Corinthians, que será construída pela empreiteira Odebrecht com financiamento do BNDES, foi anunciada como palco do jogo inaugural do torneio, mas o desenho que será mostrado nesta terça será profundamente transformado até a conclusão das obras. O projeto, aliás, ficou pronto no mesmo dia em que surgiu a informação de que ele seria usado em 2014.

Como o Corinthians não planejou a arena para abrir a Copa - e nem sequer para fazer dele o estádio de São Paulo em 2014 -, espera-se que dezenas de alterações importantes sejam feitas no projeto. A capacidade, de 48.000 pessoas, deve ser ampliada para 68.000 - e ninguém sabe quem vai pagar por essa ampliação, já que o clube diz que não colocará a mão no bolso. A cobertura do estádio em seu projeto atual é insuficiente para atender aos critérios da Fifa. E essas são só as duas mudanças mais óbvias no projeto. A Fifa ainda nem sequer viu uma planta ou maquete. E ninguém nem sequer visitou o terreno que receberá a obra, em Itaquera, zona leste de São Paulo.

A exclusão da Fifa do processo de definição, aliás, chama atenção. A entidade que rege o futebol mundial costuma conduzir com mão-de-ferro todos os assuntos referentes à Copa. Antes que fosse excluído da lista de sedes, o estádio do São Paulo, o Morumbi, foi submetido a dezenas de avaliações, em reuniões ou inspeções feitas pessoalmente por integrantes da Fifa. E eles costumam pedir numerosas adaptações aos planos apresentados pelos países que sediam o Mundial. No caso do Morumbi, a Fifa recebeu três projetos, e ainda assim não se deu por satisfeita - a única versão de reforma que seria aceita era tão profunda e complexa que seria inviável do ponto de vista financeiro.

Além das inevitáveis alterações no projeto, outro efeito inescapável do improviso que marcou a escolha do estádio é a revisão de seus custos. Os responsáveis pela obra calculam que a arena custará entre 300 milhões de reais e 350 milhões de reais. Como será necessário adaptar os planos às vontades da Fifa, o valor certamente aumentará. E aí entra o risco de que a obra emperre por falta de recursos, já que o clube não aceita colocar dinheiro próprio na empreitada. A Odebrecht, que ainda nem assinou o contrato para erguer o estádio, foi convencida a embarcar na obra por sugestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, torcedor do Corinthians, que intercedeu pessoalmente para que o investimento saísse.

Líder absoluta no ranking das empreiteiras envolvidas nas obras em estádios para a Copa, a Odebrecht faz uma aposta arriscada - se é que o contrato deve ser avaliado apenas sob o ponto de vista de negócio, sem peso político. A empreiteira pagará a obra em troca do direito de comercializar os "naming rights" do estádio por entre 11 e 15 anos. A previsão é de que a marca que quiser colocar seu nome na arena pagará 30 milhões de reais por ano. Se esse valor for mesmo obtido, a Odebrecht levaria dez anos para recuperar o investimento e teria lucro durante um a cinco anos. Mesmo que seja um sucesso, a venda dos "naming rights", prática ainda raríssima no país, renderia um lucro relativamente pequeno à empresa.

domingo, 29 de agosto de 2010

SE CONTAR NINGUEM ACREDITA

DEPOIS DESTE ENCONTRO VEJA O QUE ACONTECEU COM NOSSO ATLETA GANSO, SE A GENTE CONTAR NINGUEM ACREDITA, MAS MAIS UMA VEZ AO SE ENCONTRAR COM O PRESIDENTE LULA, O PÉ FRIO, AGIU NA SURDINA DE NOVO, AGORA FOI A VEZ DO NOSSO AMIGO GANSO. VEJA A REPORTAGEM ABAIXO.




Por "O Mascate" 
Mais um mané que cai na PODO FRIEIRA SEBENTO BATRAQUIANA. 

Em outras palavras, mais um atleta que se encontra com o Sebento e se phode.
Os "atreta" Paulo Ganso e Neymar se encontaram com o Pres. Sebento no dia 23/08 em um evento em São Paulo e no dia 25/08 o Ganso se machucou.

Essa "secada" que o Sebento deu fez efeito em tempo recorde!!!!

"O CARA" está se superando!!!!

O atleta do SFC Paulo Ganso vai ficar por seis meses no mínimo sem jogar futebol após sofrer uma ruptura nos ligamentos do joelho.

Bem, depois falam que implicância minha, todo atleta que se encontra com o Sebento acaba se phodendo de alguma maneira, portanto, Se cuida Neymar.

Nuncaantesnahistóriadestepaís tivemos um pé frio tão eficiente.

Esse cara seca até pimenteira braba. 

Espero que esse pé frio dele pegue na Sinistra.


Aconteceu o pior: o exame de ressonância magnética a que Paulo Henrique Ganso foi submetido no fim da tarde de ontem, em São Paulo, confirmou rompimento do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. Ele vai ser operado amanhã pelo ortopedista José Ricardo Pécora, responsável pelo Setor de Cirurgias de Joelho do Hospital das Clínicas de São Paulo. A intervenção será acompanhada pelos médicos do Santos, Rodrigo Zugaib e Maurício Zenaide. A previsão é que fique aproximadamente 6 meses em recuperação.
Em razão da grave lesão, o Campeonato Brasileiro terminou para o meia aos 21 minutos do segundo tempo do jogo de quarta-feira à noite, contra o Grêmio, no Estádio Olímpico (vitória santista por 2 a 1), e vai retardar a realização de seu sonho de se tornar titular da seleção brasileira, agora comandada por Mano Menezes
O ESTADO DE SÃO PAULO




ANTES DE VIRAR A SACOLEIRA DO LULA, DILMA FOI SACOLEIRA DO CAVALOS DO ZODÍACO


ANTES DE VIRAR A SACOLEIRA DO LULA, 
DILMA FOI SACOLEIRA DO CAVALOS DO ZODÍACO

Nem só de política e cargos públicos viveu a presidenciável Dilma Rousseff (PT). Entre uma função e outra no Rio Grande do Sul, ela investiu no mundo empresarial com uma loja de bugigangas importadas do Panamá. O negócio, que durou um ano e cinco meses, fechou em julho de 1996 e é omitido de sua biografia oficial. Com o nome fantasia de Pão & Circo, inspirado na estratégia romana para calar as vozes insatisfeitas, a empresa foi registrada para comercializar confecções, eletrônicos, tapeçaria, livros, bebidas, tabaco, bijuterias, flores naturais e artificiais, vendidos a preços módicos. O forte, porém, eram os brinquedos, particularmente os dos "Cavaleiros do Zodíaco", animação japonesa sobre jovens guerreiros que fez sucesso nos anos 1990. Na biografia oficial de Dilma na web, que exalta a fama de boa gerente da candidata, não há menção ao período em que ela foi sócia-gerente da Pão & Circo. Nem mesmo quando defendeu a criação de um ministério para pequenas e médias empresas, em maio, mencionou o fato. A Folha procurou a candidata por telefone e por e-mail para que ela falasse dessa experiência. Por meio da assessoria, Dilma confirmou que a empresa existiu e fechou há cerca de 15 anos -e que não falaria mais sobre isso.

SÓCIOS
A empresa tinha sede e filial em Porto Alegre e importava artigos de bazar de Colón, no Panamá, para revender no atacado e no varejo. Além da agora candidata e da ex-cunhada Sirlei Araújo, participavam da sociedade o ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, e um sobrinho, João Vicente. Carlos foi dirigente da VAR-Palmares, uma das organizações de esquerda das quais Dilma participou durante a ditadura militar.Segundo Sirlei, ela e Dilma viajaram ao Panamá "umas duas ou três vezes" para escolher as mercadorias, que eram despachadas de navio até Imbituba (RS) e seguiam depois por terra até a capital gaúcha."Era mais bazar e brinquedos", diz a ex-sócia. A sede foi inaugurada em fevereiro de 1995, numa sala na região central de Porto Alegre. Quatro meses depois, Dilma abriu uma filial no centro comercial Olaria, também na capital gaúcha. Os comerciantes mais antigos do Olaria se lembram de Dilma, dos contêineres e da lojinha. "A gente esperava uma loja com artigos diferenciados, mas, quando ela abriu, era tipo R$ 1,99. Eram uns cacarecos", afirma Bruno Kappaun, dono de uma tabacaria no local.

PREJUÍZO
A simplicidade da loja e o baixo movimento de clientes também estão na memória dos comerciantes. "A loja era mal-acabada, com divisórias de tábua, um troço rústico. E, claro, não entrava ninguém ali", diz Ênio da Costa Teixeira, dono de pizzaria, lembrando que dois funcionários ficavam na loja e Dilma aparecia eventualmente. Um terceiro comerciante, André Onofre, dono de um café no Olaria, acha que a loja não teve viabilidade econômica porque as "bugigangas" eram "muito baratas". "Foi uma experiência. Acho que ela não era do ramo."Sirlei afirma que o negócio não foi um fiasco: "Até que deu bem certo". Diz que Dilma cuidava sobretudo da contabilidade e das vendas. A empresa ficou aberta por apenas 17 meses, entre 1995 e 1996, segundo registro na Junta Comercial e na Secretaria de Fazenda do RS. Os quatro sócios fecharam a filial primeiro, em 1996, e extinguiram a empresa oficialmente em dezembro de 1998. "Durou bem pouco tempo. Dilma sempre foi muito envolvida com a política. Não dava tempo para ela conciliar. Eu sozinha não conseguia", justifica Sirlei. O período em que Dilma esteve à frente da Pão & Circo coincide com o tempo em que ela ficou afastada de cargos de confiança no governo do Rio Grande do Sul. A ex-sócia diz que a decisão de fechar o negócio foi tomada em conjunto, pois Dilma se preparava para assumir o cargo de secretária de Minas e Energia na gestão Olívio Dutra (1999-2002). Questionada sobre o silêncio da petista em relação à experiência de microempresária, Sirlei diz que tanto Dilma quanto a família dela preferem a discrição. Quando ouve que Dilma prometeu um ministério específico para o setor, ela não se surpreende: "É porque ela tem bastante experiência".


FONTE BLOG COTURNO NOTURNO

VEJA NO QUE O BRASIL ESTA SE METENDO


DILMA ASSINA PLANOS, CONTRATAÇÕES, LEIS E O PRÓPRIO CURRÍCULO SEM LER
TEMER DECLARA SEU MISTERIOSO PATRIMÔNIO SEM LER
O BRASIL ESTA DOMINADO PELO ANALFABETISMO MORAL


Na biografia da Dilma e do seu vice Temer são vários os episódios em que eles assinaram importantes documentos "sem ler". Dilma assinou o PNDH 3 "sem ler"Dilma assinou o Plano de Governo "sem ler." Dilma assinou um currículo pessoal mentiroso"sem ler". Dilma assinou a contratação da mulher de um terrorista das FARC para trabalhar dentro do Palácio do Planalto, também "sem ler." Já Michel Temer acaba de ser flagrado com um imóvel de R$ 2,2 milhões que nunca foi declarado à Receita Federal e para o qual nunca teve renda declarada para comprar. Esqueceu porque entregou a declaração "sem ler." São casos escancarados de analfabetismo moral. O Brasil está dominado pela mentira. Será que eles vão ler a Constituição Federal? É certo que vão esquecer.


SIGAM OS CAVALEIROS DO ZODÍACO DA DILMA


Cá entre nós, não seria lindo na biografia da candidata Dilma dizer que já foi uma pequena empresária que surfou nas ondas do Plano Real com uma lojinha de R$ 1,99? Por que escondeu uma passagem tão nobre como microempresária? Será que as importações não eram lá tão digamos assim? Será que as vendas na Pão &Circo não eram assim dignas de nota? Fala-se que a Pão &Circo importava containers de quinquilharias e bugigangas através do Porto de Imbituba. Não era, então, um negócio tão pequeno. Um container de 40 pés é um negócio enorme. Cabe ali um verdadeiro exército de Cavaleiros do Zodíaco. Como será que eram feitos os pagamentos em dólares, no Panamá? Por que o Panamá?  Como será que era o feito o câmbio da Pão &Circo da Dilma? Bem, isto está tudo registrado na Junta Comercial, na Receita Estadual gaúcha, na Receita Federal, no Banco do Brasil, na antiga CACEX, enfim. Por que a Dilma escondia esta passagem tão linda de importadora e dona de uma lojinha de R$ 1,99, denominada Pão &Circo? Por que a Dilma, depois de deixar a Secretária da Fazenda de Porto Alegre, responsável entre outras coisas pela fiscalização de lojinhas de R$ 1,99, resolveu ser uma importadora? Por fim, como será que era a fachada da Pão &Circo? Seria uma fachada linda? Sabe como é: você manda um milhão de dólares para pagar um container de quinquilharias no Panamá e vai mandando, vai mandando, vai mandando...aí a lojinha tão pequena para tanto container de Cavaleiros do Zodíaco acaba não dando certo. Puxa, hein, que azar!  Mandamos milhões de dólares para o Panamá e a Pão &Circo não deu certo! Follow os Cavaleiros do Zodíaco.
FONTE BLOG COTURNO NOTURNO

sábado, 28 de agosto de 2010

Tudo retirado do Diário Oficial da União.

A coisa tá ficando preta!!!







                               SÃO APROXIDAMENTE 600 MILHÕS DE
DÓLARES OU 1 BILHÃO DE  REAIS.

                               ISSO SALVARIA TODAS AS SANTAS CASAS DO BRASIL.


                               VEJA O EMPRÉSTIMO QUE O LULA DEU  À
VENEZUELA PARA O METRÔ

                               E NEGOU PARA O METRÔ DE SP.

                               É PRA  REVOLTAR ...

                               OU

                               NÃO?

                               Brasil perdoa 95% da dívida de Moçambique

                               Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio
Lula da Silva , e de Moçambique, Joaquim Alberto Chissano, assinaram
na terça-feira (31) em Brasília um acordo em que o Brasil perdoa 95%
da dívida do país africano - no valor deUS$ 315 milhões. Lula
acompanhou o gesto de um comentário dirigido elipticamente às
metrópoles desenvolvidas:

                               "Eu penso que isso pode servir de
exemplo para que outros países da mesma magnitude do Brasil tenham o
mesmo gesto com outros países pobres do mundo, que muitas vezes têm
uma dívida que todo mundo sabe que é praticamente impagável, mas que
funciona como uma espécie de espada na cabeça dos devedores", afirmou.


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                               Brasil perdoa mais da metade de dívida
da Nigéria

                               O Brasil vai receber apenas US$ 67,3
milhões da dívida de US$ 150,4 milhões que a Nigéria contraiu com o
país, há mais de 20 anos, em financiamentos e seguros de exportações.
Os outros R$ 83,1 milhões serão cancelados, conforme acordo assinado
ontem (29/12) pelo ministro interino da Fazenda, Murilo Portugal, e
pela ministra das Finanças da Nigéria, Ngozi Okonjo-Iweala.


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                               Brasil perdoa dívida de US$ 52 mi da Bolívia

                               O presidente Luiz Inácio Lula da Silva
anunciou nesta quinta-feira o perdão de uma dívida de US$ 52 milhões
que a Bolívia tinha com Brasil.

                               O anúncio foi feito durante uma breve
visita do presidente brasileiro à Bolívia, para onde viajou depois do
final da Cúpula do Mercosul, em Puerto Iguazú , na Argentina.

                               Além de demonstrar seu apoio político
a Mesa e perdoar dívidas do país, Lula anunciou a abertura de uma
linha de crédito do BNDES para que a Bolívia possa construir uma
rodovia ligando Puerto Suarez (cidade boliviana na fronteira com o
Brasil, perto de Corumbá/MS) a Santa Cruz de La Sierra.


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                               Brasíl perdoa dívida de 4 milhões de
dólares a Cabo Verde

                               O Brasil vai perdoar ao Estado de Cabo
Verde a dívida de 4 milhões de dólares que este acumula junto das
instituições daquele país.


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                               BRASIL PERDOA DÍVIDA DA NICARÁGUA

                               Havana, 17 de maio (RHC).- O
presidente nicaragüense, Enrique Bolaños, agradeceu a decisão do
Brasil de perdoar 95% da dívida nicaragüense com esse país, estimada
em 141 milhões de dólares.


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                               BRASIL VAI PERDOAR DÍVIDA DE CUBA

                               HAVANA - Brasil e Cuba devem assinar
acordo para amortizar a dívida do governo cubano com o governo
brasileiro, que já chega aos 40 milhões Euros.

                               O pagamento da dívida será suavizada
com a redução de 20% dos alores de alguns produtos comprados pelo
Brasil.  Cuba ainda tem uma dívida com o setor privado brasileiro no
valor de R$ 10 milhões.  Lula chega em Cuba com presente econômico
Pagamento de 20% da dívida de cerca de R$ 134 mi do país com o BB Será
facilitado; usina terá R$ 20 mi do BNDES Havana (AF)

                               O presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, 57, desembarcou em Cuba com presentes econômicos para o ditador
Fidel Castro, 77. Será facilitado o pagamento de 20% da dívida de
cerca de R$ 134 milhões do país com o Banco do Brasil e serão
investidos R$ 20 milhões do BNDES na construção de uma usina de álcool
combustível.


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                               OAB critica perdão de Lula à dívida do Gabão

                               O presidente em exercício do Conselho
Federal da OAB (Ordem dos Advogados do  Brasil), Aristoteles
Atheniense, criticou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
de perdoar a dívida do Gabão com o Brasil, calculada em  US$ 36
milhões. O perdão foi anunciado durante viagem presidencial ao país
africano, na semana passada.


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                               ENQUANTO ISSO NO BRASIL.....

                               Aumento dos aposentados é vetado...

                               Não há verbas para a Escola Pública...

                               Não há verbas para a Saúde Pública

                               Não há verbas para a Segurança Pública

                               Doentes agonizam por falta de
atendimento em hospitais...

                               Quanta hipocrisia. De um lado usa-se
dinheiro do contribuinte para desafogar dividas de outros paises como
Cuba, Gabao, Bolivia, Nicaragua, Cabo Verde,Mocambique.

                               O BNDES do governo emprestou milhões
de dólares para a VENEZUELA do palhaço  HUGO CHAVEZ para a construção
do METRÔ, gerando empregos para milhares de  venezuelanos. Para o
emprego de brasileiros, nada.

                               O BNDES emprestou milhões de dólares a
BOLÍVIA para que fosse construída uma  estrada com 100% em território
boliviano, que liga "lugar nenhum" a "porra  nenhuma" só para dar
emprego a milhares de bolivianos.

                               O BNDES emprestou 450 milhões de
dólares para o ditador FIDEL CASTRO para diversas obras em CUBA, para
dar empregos aos cubanos. O governo anistiou a dívida do assassino
FIDEL CASTRO, de Cuba, de 150 milhões de dólares.

                               O governo anistiou a dívida de
diversos PAISES AFRICANOS,todos governados por DITADORES, 700 milhões
de dólares.

                               O governo pagou mais de 55 milhões de
dólares por um avião nababesco, ao nível dos marajás das arábias.

                               O governo gasta, anualmente, mais de
10 milhões de reais com cartões de créditos corporativos distribuidos
aos ministros O governo está fazendo uma LOTERIA para que os clubes de
futebol possam pagar as suas dívidas com o INSS.

                               E, PARA FINALIZAR, LEVA UMA "TROLHA"
DE EVO MORALES, "ÍNDIO COCALEIRO", PRESIDENTE DA BOLÍVIA

                               ATÉ QUANDO O POVO BRASILEIRO

                               VAI  CONTINUAR  PAGANDO  ESSA  CONTA ? ? ?

                               ALÔ CONGRESSO NACIONAL,


                               ALÔ MINISTÉRIO PÚBLICO,

                               O BRASIL NÃO PERTENCE AO "G-7".

                               PERTENCE, NA REALIDADE, AO G-171.

                               ACORDA, BRASIL!

                   

                               Lembre-se: a eleição  do próximo Presidente depende de voce

                               

DILMA SE DEBATENDO

Índio fala verdades no debate de vices

Indio arrebenta nos debates

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

CRISTAIS QUEBRADOS CARLOS VEREZA

Cristais quebrados *Carlos Vereza
Não é necessário ser profeta para revelar antecipadamente o que será o ano eleitoral de 2010.
Ou existe alguém com tamanha ingenuidade para acreditar que o “fascismo galopante” que aparelhou o estado brasileiro vá, pacificamente, entregar a um outro presidente que não seja do esquema lulista os cargos, as benesses, os fundos de pensão, o nepotismo, enfim, a mais deslavada corrupção jamais vista no Brasil?
Lula já declarou, que (sic) “2010 vai pegar fogo!”. Entenda-se, por mais esta delicadeza gramatical, golpes abaixo da cintura: dossiês falsos, PCC “em rebelião”, MST convulsionando o país… que a lei de Godwin me perdoe - mas assistiremos em versão tupiniquim, a Kristallnacht, A Noite dos Cristais que marcou em 1938 o trágico início do nazismo na Alemanha.
E os “judeus” serão todos os democratas, os meios de comunicação não cooptados (verificar mais uma tentativa de cercear a liberdade de expressão no país: em texto aprovado pelo diretório nacional do PT, é proposto o controle público dos meios de comunicação e mecanismos de sanção à imprensa). Tudo isso para a perpetuação no poder de um partido que traiu um discurso de ética e moralidade ao longo de mais de 25 anos e, gradativamente, impõe ao país um assustador viés autoritário. Não se surpreendam: Há todo um lobby nacional e internacional visando a manutenção de Lula no poder.
Prêmios, como por exemplo, o Chatham House, em Londres, que contou com “patrocínios” de estatais como Petrobras, BNDS e Banco do Brasil, sem, até agora, uma explicação convincente por parte dos “patrocinadores”; matérias em revistas estrangeiras, enaltecendo o “mantenedor da estabilidade na América Latina”. Ou seja: a montagem virtual de um grande estadista…
Na verdade, Lula é o Übermensch dos especuladores que lucram como “nunca na história deste país”.
Sendo assim, quem, em perfeito juízo, pode supor que este ególatra passará, democraticamente, a faixa presidencial para, por exemplo, José Serra , ou mesmo Aécio Neves?
Pelo que já vimos de “inaugurações” de obras que sequer foram iniciadas, de desrespeito às leis eleitorais, do boicote às CPIs como a da Petrobras, do MST e tantos outros “deslizes”, temos o suficiente para imaginar o que será a “disputa” eleitoral em 2010.
E tem mais: o PT está comprando, com o nosso dinheiro, políticos, intelectuais, juízes, militares, o povo humilde com bolsa esmola e formando milícias com o MST, PCC, Sindicatos, ONGS, traficantes e outros, que recebem milhões e milhões de reais, para apoiar o PT e as falcatruas do Governo lula.
Não podemos nem pensar em colocar como Presidente do Brasil uma mulherTERRORISTA, que passou a vida assaltando bancos, matando pessoas inocentes, arrombando casas, roubando e matando. Só uma pessoa internada num manicômio seria capaz de votar numa BANDIDA para presidente de um País.
Confiram. Carlos Vereza Ator e ex-petista

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Olha a bolsa da DILMA




E A GENTE QUERENDO AO MENOS UMA BOLSA GÁS DE COZINHA DESSAS MUITAS QUE O GOVERNO FEDERAL BONZINHO DE LULA DISTRIBUI POR AÍ BRASIL A FORA.

Devemos considerar tudo na hora de votar. 




A jornalista Anna Ramalho escreveu na sua coluna no Jornal do Brasil:

"A ministra Dilma Rousseff, em foto publicada anteontem n' O Globo, deve ter se esquecido de esconder a bolsa - tamanha foi a bronca no assessor do Geddel. 
Trata-se de uma Kelly, grife Hermès, criada em homenagem à princesa Grace, e objeto de consumo das milionárias mundo afora."

Detalhe: A bolsa não custa menos de 4.700 euros - cerca de R$ 14 mil. Portanto... Quem ainda teme a revolucionária comunista dos anos 70 pode ficar tranqüilo. Não se usa uma Kelly impunemente. É muito bonito pregar comunismo nas propriedades e com o dinheiro dos outros..."

Para comprar a bolsinha que ela usa, o trabalhador brasileiro tem que trabalhar dois anos, sem comer, sem morar, investindo tudo na bolsinha da ministra boazinha do PAC, numa farsa de quem quer parecer popular. Mas que na verdade, depois de guerrilheira,o que ela virou foi uma aproveitadora do dinheiro público para uso de luxos 'burgueses'.

Enquanto ela e Lula atiram bolsa-família para manter a ignorância do povo, ela se agarra mesmo é no poder para ganhar milhões e poder andar como madame, com bolsa de madame.

Resultado de tudo isso: Ela é a campeã absoluta em todas as pesquisas em REJEIÇÃO!


Acorda BRASILSISILLLLLLLLLL

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

SE VOCE APOIA O MST ESCOLHA UM DOS CANDIDATOS ABAIXO


O MST está comemorando o fato de que, pela primeira vez, cinco candidatos presidenciais apóiam abertamente as invasões de terra do movimento. São eles: Dilma Rousseff(PT), Marina Silva(PV), Plínio de Arruda Sampaio(PSOL), Ivan Pinheiro(PCB) e Zé Maria(PSTU). O MST é um movimento político, que usa a reforma agrária para promover uma guerrilha rural no Brasil. Se você quer isso para o país, escolha um dos candidatos acima. Eles também querem a mesma coisa que o MST. E que você.
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Para confirmar o apoio ao MST e às invasões, hoje Dilma Rousseff declarou em Brasília:

"Existe uma diferença entre quem faz e quem fala. Essa (reforma agrária) é uma discussão que eu não vou fazer com meu adversário, farei, sim, com os agricultores do País e com os assentados porque eles sabem que nós fizemos uma política pró-agricultor".

NUNCA FOI TORTURADA POIS PREFERIU A DELAÇÃO PREMIADA E FICOU COM O DINHEIRO DO COFRE DO ADEMAR





Ao contrário do que ela afirma, nunca foi torturada. Foi a pioneira na delação premiada. Entregou companheiros de guerrilha para reduzir a sua pena e não correr o risco de receber  um interrogatório mais duro. Sabem qual foi o acordo? Você entrega, fica com o dinheiro do cofre e alega que confessou sob tortura. Fica protegida contra os camaradas. Permanece aqui, sob proteção, colaborando com  informações. O único que ainda pode testemunhar, com um certo medo,  é Natael Custódio Barbosa, que "fantasia" a sua prisão, por motivos óbvios:  "Era uma companheira muito séria e dedicada, que acreditava no que estava fazendo." Hoje ele mora em Londrina, no Paraná. Segundo narra o companheiro, em matéria já publicada anteriormente, no final de janeiro de l970, Barbosa foi ao encontro que haviam marcado, às cinco da tarde, na movimentada rua 12 de Outubro, na Lapa. Ele vinha numa calçada, do lado oposto e em sentido contrário ao que ela deveria vir. Quando a viu, de braços cruzados, atravessou a rua, passou por ela sem dizer nada, andou uns vinte passos e, sem desconfiar de nada, voltou. "Voltei, encostei do lado dela e perguntei se estava tudo bem", contou Barbosa, emocionadíssimo." Ela fez cara de desespero e eles caíram imediatamente em cima de mim já me batendo, dando coronhadas e me levando para o camburão, e depois pra o Oban." E prosseguiu: "Nunca mais a vi. Ela me entregou porque foi muito torturada, e eu entendo isso. Acho que me escolheu porque eu era da base operária, não conhecia liderança nenhuma da organização e não tinha como aumentar o prejuízo". 

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Leia a íntegra da matéria da Revista Época:

Em outubro de 1968, o Serviço Nacional de Informações (SNI) produziu um documento de 140 páginas sobre o estado da “guerra revolucionária no país”. Quatro anos após o golpe que instalou a ditadura militar no Brasil, grupos de esquerda promoviam ações armadas contra o regime. O relatório lista assaltos a bancos, atentados e mortes. Em Minas Gerais, o SNI se preocupava com um grupo dissidente da organização chamada Polop (Política Operária). O texto afirma que reuniões do grupo ocorriam em um apartamento na Rua João Pinheiro, 82, em Belo Horizonte, onde vivia Cláudio Galeno Linhares. Entre os militantes aparece Dilma Vana Rousseff Linhares, descrita como “esposa de Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (‘Lobato’). É estudante da Faculdade de Ciências Econômicas e seus antecedentes estão sendo levantados”. Dilma e a máquina repressiva da ditadura começavam a se conhecer. 

Ilustração: Sattu
Durante os cinco anos em que essa máquina funcionou com maior intensidade, de 1967 a 1972, a militante Dilma Vana Rousseff (ou Estela, ou Wanda, ou Luiza, ou Marina, ou Maria Lúcia) viveu mais experiências do que a maioria das pessoas terá em toda a vida. Ela se casou duas vezes, militou em duas organizações clandestinas que defendiam e praticavam a luta armada, mudou de casa frequentemente para fugir da perseguição da polícia e do Exército, esteve em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, adotou cinco nomes falsos, usou documentos falsos, manteve encontros secretos dignos de filmes de espionagem, transportou armas e dinheiro obtido em assaltos, aprendeu a atirar, deu aulas de marxismo, participou de discussões ideológicas trancada por dias a fio em “aparelhos”, foi presa, torturada, processada e encarou 28 meses de cadeia.

Hoje candidata do PT à Presidência da República, Dilma fala pouco sobre esse período. ÉPOCA pediu, em várias ocasiões nos últimos meses, uma entrevista a Dilma para esclarecer as dúvidas que ainda existem sobre o assunto (leia algumas delas no quadro da última página). Todos os pedidos foram negados. Na última sexta-feira, a assessoria de imprensa da campanha de Dilma enviou uma nota à revista em que diz que “a candidata do PT nunca participou de ação armada”. “Dilma não participou, não foi interrogada sobre o assunto e sequer denunciada por participação em qualquer ação armada, não sendo nem julgada e nem condenada por isso. Dilma foi presa, torturada e condenada a dois anos e um mês de prisão pela Lei de Segurança Nacional, por ‘subversão’, numa época em que fazer oposição aos governos militares era ser ‘subversivo’”, diz a nota.

Dilma foi denunciada por chefiar greves e assessorar assaltos a banco
A trajetória de Dilma na luta contra a ditadura pode ser conhecida pela leitura de mais de 5 mil páginas de três processos penais conduzidos pelo Superior Tribunal Militar nas décadas de 1960 e 1970. Eles estão no acervo do projeto Brasil: Nunca Mais, à disposição na sala Marco Aurélio Garcia (homenagem ao assessor internacional da Presidência) no arquivo Edgard Leuenroth, que funciona em um prédio no campus da Universidade de Campinas, em São Paulo, e em outros arquivos oficiais. A leitura de relatórios, depoimentos e recursos burocráticos permite conhecer um período da vida de uma pessoa que mergulhou no ritmo alucinante de um tempo intenso. O contexto internacional dos anos 1960, de um mundo dividido entre direita e esquerda, em blocos de países capitalistas e comunistas, propiciava opções radicais. O golpe militar de 1964 instaurou no Brasil um regime ditatorial que sufocou as liberdades no país e reprimiu oposições. Milhares de pessoas foram presas por se opor ao regime, centenas foram assassinadas após sessões de tortura promovidas por uma horda de agentes públicos mantidos ocultos ou fugiram para o exílio para escapar da repressão.

Dilma Rousseff foi um desses jovens marxistas que, influenciados pelo sucesso da revolução em Cuba liderada por Fidel Castro nos anos 50, se engajaram em organizações de luta armada com a convicção de que derrubariam a ditadura e instaurariam um regime socialista no Brasil. Dilma está entre os sobreviventes da guerra travada entre o regime militar e essas organizações. Filha de um búlgaro e uma brasileira, estudante do tradicional colégio Sion, de Belo Horizonte, a vida de classe média alta de Dilma mudou a partir do casamento com o jornalista Cláudio Galeno Magalhães Linhares, em 1967. “(Dilma) Ingressou nas atividades subversivas em 1967, levada por Galeno Magalhães Linhares, então seu noivo”, afirma um relatório de 1970 da 1a Auditoria Militar. As primeiras menções a Dilma em documentos oficiais a citam como integrante de uma dissidência da Polop. Esse grupo adotou o nome de Organização. Com novas adesões de militantes que abandonaram o Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR), a Organização se transformou em Colina (Comando de Libertação Nacional). Em seu documento básico, o Colina aderiu às ideias de Régis Debray, autor francês que, inspirado na experiência cubana de Fidel Castro, defendia a propagação de revoluções socialistas a partir de focos guerrilheiros. A doutrina de Debray ficou conhecida como “foquismo”.

Ex-contemporâneos de prisão citam o apartamento de Dilma da Rua João Pinheiro, em Belo Horizonte, como um dos principais pontos de reuniões da organização. Em depoimento prestado no dia 4 de março de 1969, o militante do Colina Ângelo Pezzutti afirma que “encontrou-se (com outro militante) algumas vezes no apartamento 1.001, Condomínio Solar, residência de Galeno e Dilma”. Dilma é citada como responsável por ministrar aulas de marxismo, comandar uma “célula” na universidade para atrair novos militantes para a causa. “Em princípios de 1968, o declarante, por recomendação de Carlos Alberto, coordenou uma célula política, na qual tomaram parte Dilma, estudante de economia, cujo nome de guerra é Estela, Erwin e Oscar (nomes de outros dois militantes)”, diz o depoimento de outro militante, Jorge Raimundo Nahas. “O objetivo principal dessa célula era trabalhar o meio estudantil.” Um dos universitários recrutados foi Fernando Damata Pimentel, de 17 anos. Ex-prefeito de Belo Horizonte, Pimentel é candidato ao Senado pelo PT e é um dos coordenadores da campanha de Dilma.

De acordo com os depoimentos, nas reuniões – muitas realizadas no apartamento de Dilma – o grupo decidia suas ações. Em seu depoimento, Nahas afirmou que parte do Colina, com o decorrer do tempo, passou a acreditar que a organização deveria ter um caráter mais militar. Foram criados setores de “expropriação, levantamento de áreas, sabotagem e inteligência e informações”. “Dilma e Oscar permaneceram no setor estudantil”, diz Nahas. Essa decisão marca um ponto de inflexão na curta história do Colina. O grupo passou a fazer ações armadas. O historiador Jacob Gorender, que esteve preso com Dilma no presídio Tiradentes, em São Paulo, é autor de Combate nas trevas, o mais completo relato da luta armada contra a ditadura militar. Ele afirma que o Colina foi uma das poucas organizações a fazer a “pregação explícita do terrorismo”.